A Travel Center oferece a você um itinerário cuidadosamente desenhado para descobrir o Egito em toda a sua grandiosidade, combinando história milenar, experiências culturais exclusivas e serviços de alto padrão. Ao longo da viagem, você explorará o Cairo em sua dimensão mais fascinante, entre as Pirâmides de Gizé, museus de renome mundial e bairros históricos que narram a evolução de uma das civilizações mais antigas do planeta. A experiência continua com a imersão no legado faraônico, percorrendo templos, tesouros arqueológicos e espaços culturais únicos durante os dias de cruzeiro.
O programa se complementa com momentos de vivência autêntica e excursões opcionais cuidadosamente selecionadas, que permitem descobrir o país sob uma perspectiva ainda mais exclusiva.
Cada etapa da viagem foi pensada para garantir conforto, fluidez e um serviço personalizado, oferecendo uma experiência inesquecível no coração do Egito antigo e contemporâneo.
“A Grande Pirâmide de Quéops, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo, constitui o elemento central do complexo de Gizé. Na sua origem, atingia uma altura aproximada de 146 metros, embora atualmente conserve cerca de 137 metros, devido à perda do seu revestimento exterior e de parte do seu topo ao longo dos séculos.
Acredita-se que o seu revestimento original em pedra calcária branca polida lhe conferia um acabamento brilhante e uniforme, tornando-a visível a grande distância. Com o passar do tempo, este revestimento desapareceu, possivelmente devido à ação de saqueadores, ao reaproveitamento de materiais ou ao impacto de diferentes períodos históricos, quando a sua entrada ainda não tinha sido claramente identificada.
Importa destacar que a pirâmide foi a estrutura mais alta do mundo durante mais de 3.800 anos, até aproximadamente o ano 1311 d.C., mantendo-se como uma das maiores proezas arquitetónicas da humanidade.
Atualmente, a visita ao complexo de Gizé permite contemplar os quatro grandes elementos que o compõem: a Pirâmide de Quéops, a Pirâmide de Quéfren, a Pirâmide de Miquerinos e a Grande Esfinge.”
Durante os trabalhos de preparação do planalto de Gizé na antiguidade, quando se pretendia nivelar e dar forma ao terreno para sua ligação ao Nilo por meio de um cais, foi descoberta a presença da rocha-mãe. Aproveitando essa formação natural, os escultores da IV Dinastia teriam esculpido diretamente a Esfinge no próprio substrato rochoso, conferindo-lhe sua forma característica.
Segundo diversas teorias, o rosto da Esfinge representaria o faraó Quéfren, integrando assim poder simbólico, religioso e arquitetônico em uma das imagens mais icônicas do Antigo Egito.
O Grande Museu Egípcio do Cairo (GEM), considerado o museu mais esperado do mundo, abriu recentemente suas portas após décadas de planejamento e construção, inaugurando de forma parcial suas primeiras 12 galerias organizadas de maneira cronológica. Nelas são expostas peças fundamentais que percorrem a história de uma das civilizações mais fascinantes da Antiguidade, abrangendo o Reino Antigo, o Reino Médio, o Reino Novo e até a época greco-romana.
Esta abertura inicial, após mais de 20 anos de desenvolvimento e um investimento de grande escala, marca um marco histórico, consolidando o GEM como a nova sede dos tesouros de Tutancâmon e posicionando-o já entre os museus mais importantes do mundo.
Conhecido popularmente como “a quarta pirâmide” pela sua escala e relevância, o museu vai muito além de uma simples exposição, abrigando mais de 100.000 peças e oferecendo uma experiência cultural imersiva. Seus espaços incluem apresentações multimídia de última geração e experiências de realidade virtual que permitem uma conexão única entre o passado e o presente, mostrando a riqueza arqueológica e cultural do Egito de forma inovadora.
O acesso é realizado através de uma grande esplanada projetada para evocar a sensação de estar diante das pirâmides de Gizé. Em seu interior, destaca-se a imponente estátua de Ramsés II, com mais de 10 metros de altura, que recebe os visitantes no átrio principal. A partir da grande escadaria monumental, chega-se a uma plataforma com uma parede de vidro que oferece vistas espetaculares do exterior e das maravilhas do entorno, reforçando a conexão entre o museu e a paisagem histórica que o rodeia.
As cenas representadas nas tumbas têm um claro caráter funerário e foram concebidas para acompanhar o falecido em sua transição para a vida no além. Todo o conteúdo e a decoração do interior estão orientados ao cuidado e preservação do corpo embalsamado, entendido como recipiente essencial para a continuidade do ser.
Segundo as crenças do Antigo Egito, o ser humano era composto, entre outros elementos, pelo Ka e pelo Ba. O Ka representa a força vital ou energia espiritual, uma espécie de princípio de vida que permanece unido ao corpo após a morte e que precisava ser alimentado; daí a presença de oferendas como alimentos e bebidas, que inclusive já foram encontradas em estado dessecado dentro de algumas tumbas. O Ba, por sua vez, era entendido como a personalidade ou essência individual do falecido, um espírito livre e enigmático capaz de transitar entre o mundo dos vivos e o dos mortos. Na concepção religiosa egípcia, o coração era considerado o centro do pensamento e da alma, por isso durante o processo de mumificação todos os órgãos internos eram retirados, exceto este, que era deixado no corpo para garantir sua integridade espiritual no além.
Neste impressionante enclave é possível percorrer várias tumbas decoradas com extraordinários relevos e pinturas que perduraram por milênios, oferecendo uma visão única das crenças e rituais funerários do Antigo Egito. Destaca-se ainda a possibilidade de visitar opcionalmente a célebre tumba de Tutancâmon, uma das mais icônicas e fascinantes de todo o Vale dos Reis.
Visita aos majestosos templos esculpidos na rocha por ordem do faraó Ramsés II e dedicados a ele próprio e à sua esposa Nefertari. Este impressionante conjunto foi concebido para comemorar a vitória na batalha de Qadesh e reafirmar o poder do faraó frente aos povos núbios.
Um dos aspectos mais extraordinários do complexo é a sua transferência integral em 1968, quando foi desmontado e reposicionado sobre uma colina artificial para evitar sua inundação após a construção da represa de Assuã, em uma das maiores proezas da engenharia arqueológica do século XX.

Possíveis excursões a partir do Cairo
Possíveis excursões a partir del crucero
